[coluna] Dicas de estilo – Parte II

Ouse.

Acho que na vida a gente já segue protocolos demais. Por isso, no guarda-roupa, tento sempre seguir minhas próprias regras. Confesso que nem sempre é possível, mas a gente faz o que pode.

Outro dia uma amiga que trabalha no Tribunal Federal, em Brasília, me pediu ajuda porque não agüenta mais vestir terninhos. Minha primeira pergunta para ela foi: Quem falou que a única roupa feminina formal é terninho?

Compus vários looks para ela, tipo saia godê xadrez na altura do joelho + camisa de manga comprida + scarpin. Ou calça cigarrete preta + blusa de tricoline branca + sapatilha baixa vermelha. Ficaram todos lindos, sóbrios e eu não agredi seu estilo pessoal. Ela adorou. E ainda sugeri que o terninho não necessariamente é uma peça abominável, basta saber buscar modelos diferenciados.

Cristiana Guerra, do blog Hoje Vou Assim

O terno na visão de Jil Sander

Também montei um look para uma amiga que ia a um casamento moderninho e não tinha idéia do que vestir. Abri o armário dela e vi um vestido tomara-que-caia bem legal: preto, soltinho, 3 dedos acima do joelho e de sarja (sim, para um casamento não muito clássico, você pode fugir dos tecidos nobres). Também bati o olho em uma sandália rasteirinha chiquérrima que ela tinha. Era bronze, de verniz e camurça. Mas não tinha salto! E daí? Era linda e social, o que importava para a ocasião. Finalizamos com um colar grande, de metal e pedrarias.

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