[red carpet] Cannes

Acabou ontem o mais prestigioso festival de cinema do mundo. Estamos todos felizes porque a atriz Sandra Carveloni, do filme Linha de Passe, de Walter Salles e Daniela Thomas, levou o prêmio de melhor atriz.

Mas, se é bem verdade que o cinema é protagonista neste tipo de evento, também não podemos deixar de fazer uma menção especial aos grandes coadjuvantes: os modelitos que desfilam pelo tapete vermelho.

Tenho que admitir que a 61ª edição do festival de Cannes não me emocionou muito no quesito moda (não sei se a culpa foi do pouco brilho das roupas ou a ansiada estréia do filme Blindness, de Fernando Meirelles, que ofuscou minha atenção). Tive a impressão que faltou glamour e sobrou branco.

Mas, garimpando, a gente sempre encontra coisas que valem a pena destacar. Afinal, estamos falando das maiores celebridades do mundo luzindo os maiores estilistas do mundo. Por mais xoxa que tenha sido a criatividade dessa gente, ainda assim é um espetáculo digno de ver.

Entre meus preferidos, estão Julianne Moore, em Christian Lacroix Haute Couture, na première de Blindness (pois é, quem poderia imaginar que umas plumas negras na alça poderiam resultar tão elegantes?); Gael García Bernal, em negro solene (este aí pode ir até de pijama que a gente continua gostando…); Sam Riley, modernoso em seu terninho mod; e Amira Casar, que não estava lá muito glamourosa, mas me pareceu bastante estilosa.


Linda Evangelista, assimétrica e dourada; La Jolie, mostrando mais uma vez que é possível estar grávida e divina; Natalie Portman surpreendeu com um belo vestido roxo; e Lily Allen, apostando pela simplicidade com um singelo modelito amarelo.


Mas também está claro que neste tipo de eventos não podem faltar os pés na jaca. Mischa Barton, fantasiada de vovó em um Alberta Ferretti; Andrea Osvárt e Gillian Anderson um pouco gafes, com vestidos bem parecidos; Eva Longoria, em um modelo do Atelier Versace que me lembrou o vestido-pato que Bjork usou em uma cerimônia dos Oscar, mas sem o toque de humor e sarcasmo.


Tiziana Rocca, irracionalmente decotada; Jeanne Moreau, dispensando cometários; Salma Hayek, ainda em forma pós-parto, em um Balenciaga que não faz jus ao nome; E, por último, porque sei que muitos não estarão de acordo, Adrien Brody e Elsa Pataky, ambos de Roberto Cavalli. Eu sei que não é bem pé na jaca a escolha dos dois, mas ele não está excessivamente olha-como-eu-sou-fashion com sua gravatinha pra dentro da camisa aberta? E ela não está excessivamente olha-como-eu-sou-gostosa dentro deste vestido (que, por certo, tem um tom de cor muito desfavorecedor)?


As fotos em tamanho maior estão AQUI.

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